terça-feira, 31 de agosto de 2010

Linux beneficia governos não só pelos custos, diz criador


A preferência de governos por plataformas baseadas no Linux é uma decisão que vai além da redução de custos do Estado, apesar da migração gerar problemas de adaptação e compatibilidade, afirmou o criador do sistema operacional de código aberto, Linus Torvalds, em evento nesta terça-feira.

O governo brasileiro adota há alguns anos o uso de sistemas de informática em código aberto, mas há dois anos admitiu que vinha tendo problemas com a adoção do software livre na esfera federal como no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e mesmo em empresas de tecnologia do governo, como Dataprev e Serpro.

Segundo a Linux Foundation, hoje cerca de 70% dos aplicativos críticos do governo brasileiro já são de plataforma livre.

"Usar Linux não é somente redução de custos, é questão de controle e autonomia do sistema que você usa. Com os governos, há a questão de segurança de usar um sistema que "ninguém pode tirar de você", você não fica à mercê de uma empresa internacional", defendeu Torvalds durante entrevista coletiva.

O diretor-executivo da Linux Foundation, Jim Zemlin, admitiu que nenhuma transição de Windows, da Microsoft, para Linux é indolor. Mas defendeu que se for bem feita, os benefícios são perenes.

"Os custos da transição são altos, não apenas em dinheiro, porque você precisa reaprender uma série de coisas, mas eu nunca vi uma mudança para Linux elevar custos", disse Zemlin.

A Linux Foundation estima que existam pelo menos 3 milhões de computadores com Linux no Brasil, considerando apenas uma das versões adotadas. O governo federal continua priorizando o software livre em licitações, abrindo sempre primeiro as ofertas para programas de código aberto, passando para software prioritário somente quando não há opção.

Para Microsoft, mouse com botão é melhor que o multitoque

Pesquisa realizada pela empresa não apontou benefícios do mouse multitoque. Foto: Reprodução
A Microsoft fez pesquisas extensas sobre os benefícios de mice com multitoque para desktop em relação a mice tradicionais. E eles descobriram que na verdade não há qualquer benefício para os usuários, que preferem a velocidade que as rodinhas e botões mecânicos oferecem.
Retirado de : http://tecnologia.terra.com.br
31/08/2010

'Vírus poliglota' se espalha por mensageiros instantâneos após clique em link falso


Uma nova família de vírus para computador está se espalhando por computadores via programas de mensagem instantânea. O alerta foi dado pela Kaspersky Lab, desenvolvedora de softwares antivírus.

De acordo com a empresa, o que faz o vírus diferente de pragas anteriores é que ele abrange vários programas como Windows Live Messenger, Yahoo! Messenger, Skype, Paltalk Mesenger, ICQ, Google Talk e o Xfire, serviço de chat usado por gamers. A praga IM-Worm.Win32.Zero II usa treze línguas diferentes, inclusive o português.

Uma vez que o computador é infectado, o vírus realiza uma espécie de varredura na lista de contatos de todos os mensageiros instantâneos instalados na máquina. Na sequência, ele reenvia a praga para todos os contatos identificados. O vírus chega para o usuário por meio de uma mensagem com um link falso para uma foto interessante. Ao clicar, ocorre a contaminação.

A praga IM-Worm.Win32.Zero II pode assumir o controle do computador sem o consentimento do usuário. Logo após a infecção, o vírus, automaticamente, baixa outros programas maliciosos para a máquina da pessoa.

Pelo fato de o vírus oferecer suporte a várias línguas, isso pode fazer com que cibercriminosos classifiquem os computadores infectados por país e programa utilizado. Esse tipo de informação é útil para que o criminoso envie comandos próprios para cada tipo de programa e possa, por exemplo, criar uma rede de envio de spams.

Até o momento, os países com o maior número de PCs infectados, segundo a Kaspersky Lab, são México, Brasil, Peru e Estados Unidos. Porém, Índia, países europeus, como a Espanha, e países africanos apresentaram ocorrências de contaminação.

Retirado de : http://tecnologia.uol.com.br

31/08/2010

Deputado defende urgência na aprovação da lei de crimes na web

Delegado afirma que a legislação deve ser acompanhada de um Marco Civil, para garantir os direitos dos cidadãos na internet.


Durante apresentação do relatório da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) sobre fraudes online

, especialistas defenderam a urgência na aprovação de uma legislação específica sobre o tema. "Já passamos do momento de votar uma lei de crimes na web”, defende o deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP) – relator de um projeto a respeito do tema que tramita há dez anos na Câmara. Ele informa que é necessário tipificar os possíveis crimes cometidos na internet. “Não dá para resolver tudo, mas todo mundo quer uma coisa segura", acrescenta.

Ele afirma que, no início da década, quando o mercado começou a discutir o tema, a internet não estava madura. “Agora, talvez esteja madura demais", contrapõe.

Na mesma linha, o delegado federal Carlos Eduardo Miguel Sobral também considera importante a definição do Marco Civil da Internet, que garanta os direitos dos internautas na web.

Já Guilherme Almeida, da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, vê que é preciso cuidado antes da definição de uma legislação específica. "Há uma urgência por uma lei que tipifique crimes na web, mas não podemos criminalizar situações de uso do cidadão comum", argumenta. Ele diz que países que já têm normas desse tipo possuem uma lei anterior que garante os direitos do cidadão na internet - no caso, o Marco Civil.

José Mariano Filho, delegado Civil de São Paulo, reclama da falta de uma lei específica. "A polícia está sem ferramentas", diz. "Estou cansado de ver vidas destruídas por conta de crimes cometidos na internet", afirma. Para ele, a coleta de provas está prejudicada por falta de instrumentos legais. "A recomendação de prática de logs (registros de acessos) não funciona na prática", reclama. Mariano diz que o projeto original da lei era um grande avanço para a tipificação de crimes na web, mas houve um desvio de foco.

Retirado de : http://computerworld.uol.com.br

31/08/2010

Fraudes em internet banking deram prejuízo de R$ 900 milhões em 2009

De acordo com pesquisa realizada pela Febraban, nos primeiros seis meses deste ano esse número chegou a 450 milhões de reais.

Uma pesquisa realizada pela Febraban revela que golpes online causaram prejuízos de 900 000 milhões de reais em 2009. No primeiro semestre deste ano, esse número foi de 450 milhões de reais. "É uma boa notícia, porque proporcionalmente não tem aumentado, já que o número de acessos cresce muito", disse Marcelo Câmara, do comitê de Prevenção a Fraudes da Febraban - Federação Brasileira de Bancos.

Anualmente, há 9 bilhões de transações eletrônicas no Brasil. Apenas 0,001% dão algum problema, incluindo fraudes, disse o executivo da Febraban.

Lei sobre crimes na web

Reunidos em debate sobre a segurança online, especialistas defenderam a urgência de uma lei sobre o tema. "Já passamos do momento de votar uma lei de crimes na web. Nós temos de tipificar o que é crime. Não dá para resolver tudo, mas todo mundo quer uma coisa segura", disse o deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP), relator de projeto a respeito do tema que tramita há 10 anos na Câmara.

"Há 10 anos, quando começamos o debate, a internet ainda não estava madura. Agora, talvez esteja madura demais", comentou o deputado.

Para o delegado federal Carlos Eduardo Miguel Sobral, também é importante a definição do Marco Civil da Internet, que garanta os direitos dos internautas na web.

Já Guilherme Almeida, da Secretaria de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, é preciso cuidado antes da definição de uma lei específica. "Há uma urgencia por uma lei que tipifique crimes na web, mas não podemos criminalizar situações de uso do cidadão comum", argumenta. Ele diz que países que já tem uma legislação desse tipo possuem uma lei anterior que garante os direitos do cidadão na internet - no caso, o Marco Civil.

José Mariano Filho, delegado Civil de São Paulo, reclama da falta de uma lei específica. "A polícia está sem ferramentas", disse. "Estou cansado de ver vidas destruídas por conta de crimes cometidas na internet", afirma. Para ele, a coleta de provas está prejudicada por falta de instrumentos legais. "A recomendação de prática de logs (registros de acessos) não funciona na prática", reclama. Mariano diz que o projeto original da lei era um grande avanço para a tipificação de crimes na web, mas houve um desvio de foco. "Já era para ontem essa definição. Eu não tenho como dar resposta para a população hoje em dia", reclamou.

Retirado de : http://idgnow.uol.com.br

31/08/2010

Com a SocialDeck, Google dá mais um passo rumo a sua rede social


Jogos da SocialDeck funcionam tanto em BlackBerry e iPhone como em redes sociais no PC; já é a quinta aquisição da Google em agosto.

A Google continua a dar sinais de que sua temporada de compras de startups sociais está longe de terminar. Na segunda-feira (30/8), a empresaanunciou a aquisição da empresa de games sociais SocialDeck.

A compra foi anunciada no blog da SocialDeck, uma empresa que produz games para várias plataformas móveis (incluindo BlackBerry e iPhone) e que podem ser jogados em múltiplos aparelhos e redes sociais.

Por exemplo, você pode jogar um game em seu iPhone e então mudar para o Facebook em seu PC, usando o mesmo perfil.

Alguns dos jogos da SocialDeck são “Shake & Spell”, “Pet Hero MD” e “Color Connect”.

De acordo com o Wall Street Journal, a Google tem conversado com grandes desenvolvedores de jogos para oferecer seus produtos em “um novo serviço no qual está trabalhando” (declaração atribuída pelo jornal a “pessoas familiarizadas com o assunto”).

Talvez a compra da SocialDesk mostre a direção para a qual a Google quer seguir com seu suposto serviço de games – e, pelo que sugerem as aquisições, esses games funcionarão em várias plataformas e aparelhos.

O Wall Street Journal informa que as empresas envolvidas em negociações com a Google incluem Playdom, Playfish (da EA), e Zynga. A Google comprou a Angstro, conhecida por seu produto Knx.to (um catálogo centralizado de endereços que combina as conexões do usuário nas redes sociais), alguns dias antes desta aquisição.

A Angstro foi a quarta empresa comprada pela Google em agosto (a SocialDeck foi a quinta). Antes delas, a Google comprou a desenvolvedora de games sociaisSlide, a gestora de dinheiro virtual Jambool, e o motor de compras por imagens Like.com.

A questão que fica é: estaria a Google perto de lançar alguma rede social de grande impacto, ou sua intenção é simplesmente ser dona de tudo que se relaciona a redes sociais?

(Sarah Jacobsson Purewal)

Retirado de : http://idgnow.uol.com.br

Linux beneficia governos não só pelos custos, diz criador


SÃO PAULO (Reuters) - A preferência de governos por plataformas baseadas no Linux é uma decisão que vai além da redução de custos do Estado, apesar da migração gerar problemas de adaptação e compatibilidade, afirmou o criador do sistema operacional de código aberto, Linus Torvalds, em evento nesta terça-feira.

O governo brasileiro adota há alguns anos o uso de sistemas de informática em código aberto, mas há dois anos admitiu que vinha tendo problemas com a adoção do software livre na esfera federal como no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e mesmo em empresas de tecnologia do governo, como Dataprev e Serpro.

Segundo a Linux Foundation, hoje cerca de 70 por cento dos aplicativos críticos do governo brasileiro já são de plataforma livre.

"Usar Linux não é somente redução de custos, é questão de controle e autonomia do sistema que você usa. Com os governos, há a questão de segurança de usar um sistema que 'ninguém pode tirar de você', você não fica à mercê de uma empresa internacional", defendeu Torvalds durante entrevista coletiva.

O diretor-executivo da Linux Foundation, Jim Zemlin, admitiu que nenhuma transição de Windows, da Microsoft, para Linux é indolor. Mas defendeu que se for bem feita, os benefícios são perenes.

"Os custos da transição são altos, não apenas em dinheiro, porque você precisa reaprender uma série de coisas, mas eu nunca vi uma mudança para Linux elevar custos", disse Zemlin.

A Linux Foundation estima que existam pelo menos 3 milhões de computadores com Linux no Brasil, considerando apenas uma das versões adotadas. O governo federal continua priorizando o software livre em licitações, abrindo sempre primeiro as ofertas para programas de código aberto, passando para software prioritário somente quando não há opção.

(Reportagem de Rodolfo Barbosa)


Retirado de : http://tecnologia.uol.com.br

TV 3D mais fina do mercado acessa o Facebook



31/08/2010

Completando a linha de TVs 3D anunciada pelo fabricante em março, a Samsung está lançando o modelo de 55” da série 9000. Com apenas 0,79cm de espessura, o TV 3D do tipo LED-LCD tem no design um de seus principais atrativos. Clique aqui para ver o vídeo.

Outro destaque é o controle remoto touchscreen com visor LCD de 3” e teclado Qwerty, que permite o acesso fácil e rápido a qualquer equipamento da Samsung. Para receber esse acessório, o usuário deve se cadastrar no site da empresa.

Além disso, o novo modelo oferece as mesmas características das séries 7000 e 8000, também compatíveis com o efeito 3D e que já estão à venda. É, portanto, capaz de transformar qualquer imagem 2D para 3D em tempo real, graças à função All 3D. Um óculos 3D já acompanha o produto.

E com o recurso Clear Motion Rate, o usuário pode (segundo o fabricante) ter uma experiência em movimento equivalente a 960Hz. Quem gosta de gravar programas da TV, vai utilizar a função REC Extended PVR, que permite copiar as atrações da TV aberta em alta definição para um pen drive ou HD externo ligado à entrada USB do televisor.

O TV da série 9000 também está preparado para acessar conteúdos da internet. Alguns destaques são as notícias do Portal Terra, vídeos do YouTube, fotos do Picasa e as redes sociais Facebook e Twitter. Preço sugerido: R$ 17.999.


Retirado de : http://revistahometheater.uol.com.br